O carioca Zé Ricardo convida Lula queiroga, Karynna Spinelli e Almério

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Dando continuidade aos shows que realizou no final de 2015, após lançar seu novo trabalho autoral, ZE RICARDO entra 2016 levando o seu novo show SEGUE O BAILE para Recife, na Rouge Creperia, às 21hs. Uma grande festa, nos dias 15 e 16 de janeiro, sexta e sábado com muita diversão com muito groove, uma conexão direta com quem curte boa música.

 

Receberá convidados especiais. Dias 15 e 16 o Baile conta com Lula Queiroga, Karynna Spinelli e Almério

 

Marcelo Linhares (baixo), Wallace Santos (bateria), Cláudio Costa (guitarra), Maurício Piassarollo (teclados) e um naipe de sopros com Davi Lima, Moises Alves e Davi Nascimento, Zé apresenta o repertório do novo álbum, além de canções de sua autoria que fizeram sucesso nas rádios como “Beijo do Olhar”, “Eu Não Te Amo Mais”, “Dançando com a Vida”, uma parceria com Sandra de Sá, e “Exato Momento”, tema da novela Aquele Beijo. O show também traz releituras para clássicos de Marvin Gaye, Steve Wonder, Ben Jor e outros.

 

Zé Ricardo é um homem de muitas vidas e histórias. Cresceu ouvindo em casa o que poderia ter de melhor. Enquanto o pai apresentava os chorões do mais graduado escalão, com a mãe escutou os grandes mestres do jazz. Começou a tocar instrumentos ainda adolescente, fez sua faculdade nos bares da vida, enquanto trabalhava como estagiário de banco. Foram seus colegas de banco, aliás, que o ajudaram a comprar seu primeiro violão de aço. Quando foi buscar o instrumento, encontrado em anúncio de jornal, ao abrir a porta deu de cara com Moraes Moreira. Entrou, tocou, conheceu Davi Moraes, fez banda com ele. Era a primeira de muitas portas que se abririam – e de muitos ídolos que conheceria.

 

Muitas coisas na vida de Zé Ricardo aconteceram como a tal cartilha do destino. Mas sua trajetória não é fruto apenas da hora certa no lugar certo. Tudo o que fez – e faz – é resultado de sua persistência e ousadia. Nos últimos anos, seu nome esteve nos créditos de um dos projetos mais interessantes do Rock in Rio, o palco Sunset, que já realizou encontros memoráveis e tem seu público cativo no maior festival de pop rock do mundo.

 

Com a expertise do Rock in Rio e do Vivo Open Air, ele é atualmente diretor musical do programa “Música Boa Ao Vivo”, do Multishow, que se tornou sucesso ao recuperar grandes encontros musicais na TV. No meio desse caminho agitado ele assumiu a curadoria artística da casa de shows Miranda, no Rio de Janeiro. E, se já não bastasse, fez trilhas sonoras para cinema, TV e peças de teatro – a mais recente, 220 Volts, do comediante Paulo Gustavo.

 

Se dedicar a sua própria música, no entanto, acabou ficando de lado nos últimos anos. Seu terceiro e até então último disco de estúdio, “Vários em Um”, data de 2011. E antes disso ele já tinha passado por um jejum ainda mais longo, de seis anos, quando fez o CD e DVD ao vivo com

 

participação de convidados especiais. E como ele tem conseguido dar conta de tantas vidas? A resposta vem com o nome de seu mais novo trabalho, 7 Vidas (Warner Music). “Eu vivo mesmo muitas vidas: pai, marido, músico, diretor musical… Toda hora está acontecendo algo comigo. Essa faixa-título é como eu sinto a vida hoje”, comenta.

 

Sua ausência dos estúdios vinha de uma inquietação musical: Zé Ricardo queria (mais um) novo desafio que o instigasse. Foi num encontro em Los Angeles com Moogie Canazio, um dos grandes produtores da música brasileira, que veio o norte. Ao ouvir algumas das canções do repertório, Moogie propos logo reunir um time que nunca tinha tocado com Zé, mas que já tinham experiência com astros da música internacional como Alanis Morissette, Christina Aguilera, John Legend, John Mayer, Fiona Apple, Madeleine Peyroux, Phil Collins e uma vasta lista.

 

Desse balaio se compos um time de feras, que inclui, entre outros, o baixista Sean Hurley, o baterista Aaron Sterling, o pianista Bill Brendle, o violonista Dean Parks, o guitarrista Tim Pierce, o percussionista Luis Conte e o oboísta Earl Dumler. Para dar frescor às canções mais bossa nova e samba do disco – duas delas em especial (a faixa-título e “Izabella”) –, Zé Ricardo escalou o genial flautista Carlos Malta e o baixista André Vasconcellos. O intercâmbio musical deu certo. Com a experiência de quem já ouviu, viu e reuniu muita gente diferente pelo mundo, Zé Ricardo e Canazio conseguiram imprimir uma nova sonoridade a uma pegada tão brasileira. E atestaram que a música é mesmo uma linguagem universal.

 

Prova disso foi com a faixa “Brincar”, numa dessas coisas mágicas que acontece em estúdio e se fez presente durante o processo de gravação. Nas duas únicas vezes que a palavra “brincar” era dita pelo músico, o oboísta Earl Dumler, que tocou com Frank Sinatra, fez algum tipo de brincadeira com o instrumento sem sequer ter ideia do significado real da palavra que estava sendo cantada. Ao explicar ao oboísta, Earl respondeu: “Música é isso: eu não preciso entender sua língua para entender seu sentimento”. São tantas emoções…

 

O céu, para Zé Ricardo, não é o limite.

 

SERVIÇO

 

Dias 15 e 16\01

Local: Rouge Creperia / Horário: 21hs

Praça Casa Forte, 570 – Casa Forte – Recife

Informações: 81 3040-2552 / 99999-2943

Whatssap 83 98616-5005

Ingressos:

Antecipado R$ 30

Na hora R$ 40

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