Nutrólogo explica relação entre alimentação e problemas no coração: ‘Somos o que comemos’

Uma alimentação limpa e exercícios físicos são fatores decisivos para a prevenção de doenças crônicas como hipertensão e diabetes e prevenção de doenças coronarianas. Para o nutrólogo Diego Santos, não é exagero dizer que somos o que comemos. “Se ingerimos muito ‘junk food’, por exemplo, nosso corpo tende a acumular muitos radicais livres e ficar inflamado, sendo a faísca para várias doenças crônicas”, explica.

Fato é que, hoje em dia, a oferta de produtos ricos em açúcar, produtos industrializados, é enorme. O maior consumo de açúcar, farinhas, massas, levam a um aumento da glicose, aumentando também a insulina para balancear tudo que estamos ingerindo.

“O problema é que muita insulina sendo produzida gera uma resistência no nosso corpo, sendo o primeiro passo para uma futura diabetes. Além do mais, o pâncreas vai sendo castigado por produzir tanta insulina que em algum momento as células betas do órgão entram em falência e não já não é mais possível produzir a insulina que realmente precisamos”, detalha o nutrólogo.

Uma dieta baixa em açúcar, massa e farinhas, por exemplo, demanda menos produção de insulina, o que é excelente para o corpo. O maior consumo de verduras e frutas aumenta a absorção de bons nutrientes, antioxidantes e substâncias anti inflamatórias, ajudando no caminho da prevenção de diabetes, hipertensão e dislipidemia. O consumo moderado de gorduras boas também é muito bem vindo, como o azeite, castanhas, amendoim e nozes.

“Quando citamos esses tipos de gorduras estamos falando de gorduras insaturadas, que vão contribuir para o nosso bom colesterol (HDL) essenciais para produção de alguns hormônios como testosterona, estrogênio, progesterona e cortisol. Podemos citar também ainda o ômega 3, obtido principalmente dos peixes, fundamental para a saúde do nosso cérebro e potente antioxidante no nosso corpo”, instrui Diego Santos.

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