Voluhpia chega ao mercado para estimular geração de renda

Plataforma atua com o objetivo de promover a maior transformação econômica do mercado sensual e erótico

A Voluhpia, plataforma tecnológica vai apresentar uma nova forma de geração de negócios, na compra e venda de conteúdo erótico e sensual. O marketplace vai permitir que qualquer produtor de material adulto possa oferecer seu conteúdo como um NFT, num sistema que converte e protege suas mídias com a mesma tecnologia das criptomoedas.

Como forma de estimular e atrair o público, o Voluhpia, chega ao mercado com sua própria criptomoeda, chamada de $VLP, que vai ser também o único meio de pagamento em sua plataforma. A NFT, tecnologia utilizada pela plataforma é um recurso que transforma um conteúdo digital em elemento criptografado único, que pode ser comercializado como um bem de valor dentro das mesmas redes que negociam criptomoedas.

Segundo o sócio fundador do projeto Voluhpia, Evaldo Neto, o segmento sensual gera boas movimentações financeiras e é carente de plataformas que passe segurança para todos que utilizam como clientes e trabalhadores.

“O mercado sensual e erótico movimenta cifras bilionárias em todo o mundo e vem, nos últimos anos, sofrendo com a pirataria digital e pouco apoio, principalmente, aos criadores de conteúdo. A Voluhpia é o primeiro marketplace brasileiro de conteúdo sensual, contando com apoio da tecnologia blockchain, em um ambiente que contará com curadoria especializada de alto nível e proteção contra a pirataria, em virtude da verificação de autenticidade possibilitada pelo uso da tecnologia”, declarou.

Evaldo conta que a intenção é trabalhar com tecnologias que ofereçam maior segurança no uso. “A ideia foi criar uma plataforma que revolucionasse a forma como os criadores de conteúdo adulto interagem com seus clientes. Sem necessidade de intermediários, os autores e artistas poderão comercializar conteúdos adultos exclusivos em forma de NFT, segmentados por categorias (sensual, erótico e pornográfico). Vivemos uma nova fase com a Internet 3.0, amparada na tecnologia blockchain, trazendo segurança nas transações e rastreabilidade”, contou.

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